No último dia 7 de dezembro, 120 sobreviventes do ataque à ilha de Pearl Habor lembraram o fatídico dia para a história americana em que 2403 militares americanos e 68 civis morreram no ataque surpresa da força militar japonesa. O que estamos vendo hoje é uma espécie de Pearl Habor da família. Os ataques têm sido ferozes. Parece que os dardos inflamados do inferno estão todos apontados para a família. Se a porta do inferno não pode prevalecer com a igreja (Mt 16.18), o Diabo então apontou sua pesada artilharia contra a família. Basta estar um pouco atento para verificar o quanto é real a afirmação acima.

 


Conversando com o Pr. Sillas dos Santos Vieira, pastor e Sub-secretário de Assistência Social do Município de Vitória, este me falou que só na cidade de Vitória, numa pesquisa com 3.500 famílias incluídas no Programa Vitória Mais Igual, 2.800 são de mulheres chefes de famílias, que lideram suas casas sem a presença do marido-pai.
Os índices de divórcio disparam no Brasil. Hoje, desgraçadamente, em nosso país, é, como disse o Pr. Jaime Kemp, numa recente reunião de líderes que trabalham com famílias no Brasil, é mais fácil pedir o divórcio do que o desligamento da energia elétrica de uma residência.
Por todos os meios, políticos, na sua grande maioria, estão elaborando leis que enfraquecem a família e a levam à lona.
O movimento homossexual tem suas raízes em todos os meios de comunicação, nos governos, instituições internacionais, nas escolas e até em muitas denominações cristãs.
As drogas chegaram ao seu uso epidêmico que até o governo brasileiro já está dedicando milhões de reais para tentar impedir o avanço do crack entre os adolescentes, jovens e adultos.
O adultério e pornografia fazem parte de muitos comportamentos de homens e mulheres.
Já não nos causa escândalos casos de adultério, até mesmo em nossos arraiais.
Relações sexuais entre os jovens são vistas como algo normal, inclusive por muitos pais cristãos. Já existe em nossas igrejas pais que concordam que seus filhos ou filhas durmam e tenham relações nos seus próprios quartos por que é mais seguro do que nos motéis próximos às cidades.
Só houve um ponto positivo nos ataques a Pearl Habor. Fez com que os Estados Unidos entrassem definitivamente na Segunda Grande Guerra, compondo assim a força aliada.
O papel que a igreja deve assumir em defesa e luta pela família deve ser o mesmo que a nação americana assumiu após o ataque a Pearl Habor.
Vejo com alegria a igreja investindo todos os tipos de recursos para a expansão missionária e construção de belos templos, mas não podemos, como líderes e igrejas, deixar que a família, enquanto instituição criada por Deus, esteja sendo massacrada por pesada artilharia do inferno.
Ou a igreja reconhece que é sua tarefa defender e fortalecer a família, ou vamos perder a batalha que está sendo travada nos dias de hoje.
É hora da igreja, como os EUA fizeram depois de Pearl Habor, assumir sua responsabilidade e entrar com firmeza da luta pela família dedicando todos os tipos de recursos para salvá-la do seu completo caos.

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