Faz parte da natureza corrompida pelo pecado "sonhar” grandes projetos para Deus, mas sem respaldo da aprovação divina. Uma tentativa de comprar os favores divinos e compensar os pecados não confessados e não perdoados. Deus não é consultado, tampouco participa da elaboração e execução das megalomanias humanas. O nome de Deus é citado como fetiche aprovador das maluquices humanas. Cabe a Deus dar a aprovação final com suas bênçãos para que o sucesso alimente os egos desequilibrados dos que participam e elaboram os grandes empreendimentos.


Deus sempre se recusa a ser usado pela "inteligência" humana. Em alguns casos Deus interfere para levar à falência e ao desastre as realizações humanas.
Os construtores da torre de Babel projetavam tocar os céus. Não conseguiram. Foram dispersos e a confusão permanece como lição até hoje. No deserto, os israelitas rejeitaram o relatório dos espias fiéis ao Senhor. Resolveram depois conquistar a Terra prometida na base da espada, sem a presença de Deus. Foram vergonhosamente derrotados (Núm. 14.40-45). O projeto divino era diferente, não passava pelas mancomunações humanas.
Quando Hitler tentou construir um império com a raça perfeita, segundo seu agir tresloucado e demoníaco, recebeu apoio e aprovação inicial da Igreja. Embora estimulado por líderes de diferentes correntes políticas, não recebeu a aprovação divina. A História se encarregou de registrar até que ponto pode chegar o desvario humano, sedento de poder. Em nome de Deus crimes, os mais hediondos, foram praticados. Vidas inocentes sofreram e foram exterminadas nos campos de concentrações. As feridas deixadas têm consequências irreversíveis, cujas feridas o tempo não consegue eliminar. Nem todos os grandes empreendimentos humanos passam pelo crivo da aprovação divina.
Ao retirar a Bíblia das escolas e proibir falar de Jesus aos alunos, os EEUU tinham como meta a construção de uma sociedade livre, perfeita, onde cada criança não receberia a influência do Cristianismo. Não foi preciso um século para iniciar a colheita. Os massacres nas escolas comprovam que Deus não foi consultado e tampouco pôs sua assinatura nas Leis que pretendem edificar uma sociedade justa, mas sem Deus. Retira-se Deus e abre-se a lacuna que o Diabo preenche. É a parábola da casa vazia contada por Jesus (Luc. 11).
O Brasil de hoje segue o mesmo caminho. Ações para que se retire o nome de Deus das cédulas do real. Projetos de leis que tramitam no Congresso contra a família instituída por Deus. A retirada do nome pai e mãe nos registros de nascimento. O casamento entre pessoas do mesmo sexo, em nome da liberdade libertina e muitas outras iniciativas que visam solapar o que resta da dignidade das pessoas e da família, dizem-nos que os grandes projetos do inimigo têm um alvo: eliminar Deus da mente humana. Infelizmente tudo feito com a provação e votos dos salvos.
O pecado gerou transtornos em todas as ações humanas. A inversão de valores faz desta sociedade uma fonte permanente de pessoas infelizes e desajustadas. Todos anseiam por mudanças, mas não sabem como modificar o que está ocorrendo. Até mesmo nas Igrejas encontramos salvos insatisfeitos com a mensagem, com os resultados obtidos, com a desarmonia espiritual no seio do rebanho. Surgem, então, os projetos de novas Igrejas, novas comunidades que continuarão insatisfeitas, pois alijaram Deus de suas decisões. Quem não consegue conviver com o grupo de origem, jamais conviverá com outros desconhecidos.
Continuará insatisfeito, crendo que o problema sempre está no outro. Alguém mais afoito "recebe” uma revelação especial. Um GRANDE PROJETO nunca sonhado por míseros mortais. Apoiado por líderes desequilibrados dividem a Igreja. Separam famílias. Geram inimizades. Contribuem para que os "fracos” na fé se desviem dos caminhos do Senhor. Os filhos dos salvos se perdem e desistem de servir a Deus. Em sua sagacidade Satanás inocula no coração do salvo a mentira de que todos na Igreja são hereges, mentirosos, fariseus hipócritas, sepulcros caiados. O veneno maligno leva o salvo a decidir que a única coisa que lhe resta é cultuar a "Deus” em casa, sem se imiscuir com "salvos” hipócritas. A gargalhada diabólica ressoa no ar, envolve a Cidade e as demais Igrejas. Ao afastar o salvo do convívio com os demais irmãos o grande projeto de Satanás ganha terreno para frutificar.
Tudo começa com "um grande projeto” em que o Espírito Santo não foi sondado e tampouco convidado a participar. "Grandes projetos”, mas sem a presença de Deus, para a alegria do inimigo. Enquanto o ódio cresce o amor que devia prevalecer na vida do rebanho fenece. Cuidado com projetos que excluem a ação do Espírito Santo e gera divisão entre irmãos.
          

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