Natal: Sentimentos Que Se MesclamDesde pequenino aprendi com meus pais e igreja a amar o Natal.  É um tempo em que, mesmo diante de uma época anticristã, há uma alegria que só se vê no final do ano.  Mesmo que seja movida a consumismo, família e viagens, o fato é que há um “ar” diferente. Digamos que são dias com “ventos benéficos”.
    Acontece também uma mescla de sentimentos.  A saudade aperta o coração de muitos,  pois sempre há cadeiras vazias à mesa de queridos que se foram. Avôs, avós, pais, filhos, irmãos amados que “voaram” à gloria celestial! Estão celebrando o Natal ao vivo, sabemos. Mas a ausência deles entre nós dói! Mas a vida segue, e virá o tempo em que estaremos juntos sem a maldição do pecado. É o lugar que Davi chama de “plenitude de alegria” (Sl 16:11). Celebremos com alegria o Natal!


    É também um tempo de consolo à alma. Apesar de vivenciarmos dias de ceticismo, angústia e terror nada pode - nada mesmo – roubar a nossa alegria no Senhor. Jesus veio para que tivéssemos vida, e vida em abundancia. E nisso está claro a certeza de que a nossa tristeza se converterá em alegria (Jo 16:20). Esta e muitas outras promessas nos animam, não só à celebração do Natal, mas  ao dia nosso de cada ano.
    Em tempos idos os pinheirinhos natalinos eram ramos naturais. Hoje a maioria é pinheiro artificial. Pois bem, outrora, findo o Natal, no chamado dia de reis (magos), tiravam-se os enfeites de Natal e os ramos murchos ficavam às portas esperando o caminhão do lixo. Uma tremenda ilustração do Natal sem Jesus.
    Graças a Deus que nos dá vida e esperança em Jesus! Que Graça, meu Deus! Deixaste a tua glória e viestes habitar entre nós. Benditos os corações que abrigaram Jesus! Isto é NATAL!  

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