Agarre a cordaUm menino foi apanhar à beira de um precipício e o barranco se desmoronou aos seu pés. Seguro a um arbusto, suspenso sobre o abismo entre a vida e a morte, o menino gritou por socorro. Acorreram os pais os irmãos e os vizinhos, mas ninguém podia se aproximar com receio de que o barranco acabasse de desabar. Rapidamente, amarraram uma corda a uma pedra e a estenderam sobre o precipício na direção do menino. Começaram a gritar para que ele agarrasse a corda. Gritavam: “Agarre a corda e nós vamos puxar você!”.

 

O garoto, porém, estava com todo o medo de largar o arbusto para segurar a corda. Lá em baixo, as pedras, a morte certa. Agarrado à planta e com seu corpo colado ao barranco, o pequeno hesitava, de olhos fechados. De repente, quando um momento de intenso pavor obrigou o silêncio, a voz do pai se fez ouvir, súplice e amorosa: “Filho, agarre a corda que o papai vai puxar você”.

 

 

O menino abriu os olhos, viu a corda ali ao lado, encostada em seu corpo, largou os galhos do arbusto a que se aferrava e pegou da corda com todas as suas forças. Em cima, o pai sentiu que a corda estava estirada e começou a puxar com toda a firmeza e cautela. Primeiro, surgiram as mãos do seu filho agarradas à corda. Depois, os braços, a cabeça, os olhos assustados, o tronco, as pernas. Ninguém chegava perto porque todos sabiam que o barranco ameaçava acabar de desmoronar. Continuaram puxando, arrastando o menino. Ele só largou a corda quando sentiu que estava nos braços do pai, no exato momento em que o que sobrava do barranco desabou abismo abaixo com grande estrondo, levando as doces e tenras amoras maduras tão cobiçadas junto com o arbusto em que o pequeno se garrara com galhos, raízes, tudo!

 

Muitos pecadores relutam com medo de largar os galhos aos quais se apegam, os galhos dos vícios e prazeres pecaminosos do mundo, das amizades que não dão paz às suas almas, das suas tradições religiosas que igualmente não lhe dão a segurança da salvação. Os olhos fechados pelo orgulho e confiança em seus próprios méritos não lhes permitem ver a corda da salvação que pende do céu na forma de uma cruz, a cruz na qual o Filho de Deus pagou a culpa dos nossos pecados, nem ouvem a voz do Pai que lhes diz com amor: “Agarre a corda meu filho”. Eles sentem medo, sabem que estão perdidos, mas se recusam a abrir os olhos e praticar o único ato de fé que poderia salvar suas almas do abismo eterno. Recusam-se a largar os “galhos” que os escravizam para se apegarem a Jesus Cristo, a quem o Pai enviou por, amor, como único meio de nos dar a vida a comunhão nos braços do Pai. Foram atraídos e seduzidos pelas amoras do undo que crescem à beira dos abismos e se não abrirem os olhos e não se agarrarem a Cristo pela fé, o que os espera é a morte espiritual quando todos os barrancos do mundo despencarão no precipício da perdição eterna.

 

Ouça a voz do Pai que chama por você com brandura desde os altos céus: “Filho, agarre a corda! Creia em Jesus, Não se demore porque a qualquer momento o barranco da sua vida pode desmoronar, sem restar mais qualquer esperança. Abra seu coração para Jesus agora!”

 

 

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